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As Testemunhas de Jeová quebram o silêncio: Parte Dois

Por Bobbi Dugan

Um painel composto de ex-Testemunhas de Jeová reunido pela Echo observou que a seita por vezes parece obcecada com o pecado sexual. Tanto homens como mulheres concordaram que, por vezes, a organização parece disposta a perdoar os seus membros de tudo, excepto de pecados sexuais.

Ao mesmo tempo, a longa história do grupo está marcada com várias histórias sobre alguns membros da elite da seita envolvidos em comportamento sexual desapropriado. Estas histórias incluem anciãos que controlavam congregações, mas também o Corpo Governante (CG) da Sociedade Torre de Vigia de Bíblias e Tratados (STVBT), que controla todos os membros.

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Betel

Os rapazes de Betel serão sempre bons rapazes

Em Betel, em Brooklyn, o Corpo Governante mantêm sob controle os 5,6 milhões de membros das Testemunhas de Jeová, mas não é uma tarefa passível de ser desempenhada a sós. A ajuda chega dos Pioneiros, Testemunhas de Jeová que se oferecem voluntariamente para distribuir literatura, ensinar a Bíblia, construir Salões do Reino, ou fazer o que for preciso para manter a seita operacional. Alguns Pioneiros seleccionados têm o privilégio de ir para Betel* para servir a Deus – e ao CG.

No seu livro O Apocalipse Adiado: A História das Testemunhas de Jeová, M. James Penton descreveu a estranha vida dentro daquilo a que chama as casas ou “fábricas” de impressão de Betel, em Brooklyn. “Além de dois grandes edifícios industriais, o complexo inclui vários edifícios residenciais para as muitas centenas de trabalhadores que produzem literatura para as Testemunhas de todo o mundo e, adicionalmente, para as equipas administrativas, clericais e de apoio que são necessárias para a governação de um movimento religioso altamente centralizado.”

No começo, a entrada em Betel era limitada a jovens do sexo masculino. Nos últimos anos, depois de um número de escândalos sobre a actividade homossexual nos dormitórios, passou-se também a aceitar mulheres. Porque o casamento entre Betelitas era proibido, admitir mulheres pouco fez para aliviar a tensão sexual daqueles jovens. Os rumores de homossexualidade continuaram. Hoje, casais já casados têm permissão para trabalhar juntos para a organização. Porém, vários correspondentes contaram à Echo que os pares homossexuais ainda são comuns em Betel. As condições são ideais para aquilo a que os psicólogos chamam “homossexualidade institucionalizada”.

Até meados dos anos 70, os pioneiros de Betel ficavam e trabalhavam lá pelo menos durante quatro anos, escreveu Penton. Hoje em dia, a norma é de um ano, embora os trabalhadores com boa conduta podem ficar por mais tempo. Os trabalhadores não recebem um ordenado completo. É-lhes atribuído um subsídio para itens pessoais. As fábricas seriam consideradas estaleiros desumanos de acordo com os padrões actuais, mas Penton explica que os trabalhadores “aceitam o regime de vida em Brooklyn (...) Eles são indivíduos comprometidos ideologicamente e altamente disciplinados que foram ensinados a aceitar a autoridade, geralmente sem a questionarem. Todavia, continua Penton, “isto não significa que não há sérios problemas trazidos pela severidade do estilo de vida; eles existem.”

A promiscuidade tornou-se um problema desde que as mulheres começaram a ser aceites em Betel. Mas “as ofensas heterossexuais nunca foram um problema tão grave como as homossexuais têm sido”, afirma Penton. “Com efeito, [o antigo líder da Torre de Vigia, Nathan] Knorr, que parece ter tido uma fixação por pecados sexuais, admoestava tantas vezes os trabalhadores na sede da Torre de Vigia sobre os assuntos da homossexualidade e da masturbação que as pessoas se perguntavam se ele mesmo não teria tendências homossexuais.” Se assim for, isso pode explicar porque ele parecia proteger Percy Chapman, o alegado amante de ocasião de Leo Greenlees, membro do GC. Em 1959, debaixo de suspeitas de escândalo homossexual, Knorr foi para o Canadá para substituir Chapman, que era o superintendente da filial daquele país.

Knorr despromoveu Chapman para a posição de porteiro, mas deixou-o ficar em Betel, em Toronto - desde que ele se casasse. De acordo com Larry D., uma ex-TJ homossexual de Toronto, “Percy (...) era totalmente contra o casamento, e assegurou-se de que nenhum dos “rapazes de Betel” alguma vez considerasse o assunto (...)”. Larry descreveu os rapazes em Betel nos anos 50. “Eram todos jovens e belos, escolhidos a dedo por Percy Chapman; havia até um grupo de elite conhecido como “os rapazes do Percy”, que o acompanhavam até restaurantes e bares caros (...) na altura, Betel situava-se na Avenida Irwin, no centro do distrito gay em Toronto. Havia até um Salão do Reino por cima do 'The Parkside', um dos poucos bares gay em Toronto nos anos 50 e 60.”

Depois da queda de Chapman, Larry, que conhecia pessoalmente Greenlees, escreveu “Pobre Leo Greenlees, companheiro íntimo de Percy durante três décadas (...) teve que encontrar um novo companheiro de quarto. (...) Ele viria a trazer um outro rapaz de Betel, Lorne Bridle, que era muito bem-parecido e charmoso.” Apesar da sua relação duvidosa com Chapman, Greenlees tornou-se Tesoureiro da STVBT e membro do Corpo Governante. De acordo com Larry, “ele conseguiu escapar à caça às bruxas em Betel, em Brooklyn, no início dos anos setenta, quando dúzias de rapazes de Betel foram desassociados depois de se saber dos seus encontros à meia-noite na sauna da casa”. Outros membros de boa reputação em Betel também foram apanhados pelo turbilhão de rumores.

Vem cá, minha linda menina

As indiscrições heterossexuais do fundador das Testemunhas de Jeová, Charles Taze Russell, são mais chocantes e mais fáceis de documentar do que as actividades homossexuais entre TJ. Quando a mulher de Russell, Maria, se quis divorciar, os registos do tribunal demonstram que ela afirmou que Russell se tinha envolvido numa “relação imprópria” com Rose, uma órfã que tinha cerca de 10 anos de idade quando ele a trouxe para a casa deles. Maria contou ao tribunal que ela tinha apanhado Russell durante a noite no quarto de Rose e também no quarto da criada. De facto, “eu encontrei-o trancado no quarto da criada”, disse Maria. De acordo com Maria e outras testemunhas, Russell acariciava Rose, beijava-a, punha-a ao seu colo e chamava-a “a sua pequena esposa”. Quando a menina replicava “eu não sou a sua esposa”, Russell respondeu “vou chamar-te filha, e uma filha tem praticamente todos os privilégios de uma esposa”.

A Sociedade Torre de Vigia de Bíblias e Tratados nega que qualquer impropriedade tenha ocorrido. De facto, ela nega que Russell, que viveu separado de Maria nos 50 anos seguintes, tenha alguma vez sido casado. “Nunca ninguém conseguiu encontrar quem testemunhasse contra o carácter moral do Pastor Russel”, escreveu W. E. Van Amburgh, o Secretário/Tesoureiro da STVBT. “Até ao dia da sua morte, ele podia dizer (...) que sempre viveu uma vida de absoluto celibato.”

Segredos de Família

Para ouvir algo mais do que apenas a versão da STVBT, a Echo contactou Testemunhas de Jeová activas através de um fórum referido num site TJ. Nós enviámos mensagens por correio electrónico a 25 dos visitantes do fórum – homens e mulheres, tanto dos Estados Unidos como de vários outros países – e perguntámos: “O que é que acha da presença de membros homossexuais na sua congregação?” Apenas duas mulheres nos Estados Unidos responderam. Uma delas disse: “Eu preferia não comentar esse assunto. Acho que as pessoas mais indicadas para responderem a esse assunto são os anciãos das Testemunhas de Jeová. Você pode encontrá-los em qualquer uma das nossas congregações espalhadas pelo mundo (...) tudo o que posso dizer é que Jeová ama a qualquer pessoa que segue o que a Bíblia diz.”

A outra mulher foi uma mina de ouro em termos de informação. Durante várias semanas, ela manteve um diálogo com este repórter por correio electrónico. A mulher, que se identificava como Kathy A., uma Testemunha de Jeová desde há 37 anos, abriu uma caixa de Pandora de abuso de menores, homossexualidade e raiva – a que ela mesma sentia. Na sua carta inicial, Kathy escreveu: “Dado que eu tento arduamente viver de acordo com o que a Bíblia diz, é meu dever deixá-la [a Palavra de Deus] falar sobre este assunto.” Ela enumerou cada uma das conhecidas admoestações bíblicas contra a homossexualidade, e concluiu dizendo: “Portanto, como você pode ler por si mesmo, Deus condena a homossexualidade, incluindo as lésbicas.”

Nós respondemos que, para este artigo, queríamos saber o que é que ela, pessoalmente, achava das pessoas homossexuais, e se ela conhecia alguma. “Eu odeio a imoralidade (...) seja ela homossexualidade, adultério, bestialidade, etc. E sim, conheço alguns homossexuais. Um morreu de SIDA (sic), outro também é seropositivo, e o outro não sei”, escreveu Kathy. Após mais alguns momentos de instrução religiosa, ela terminou a carta com uma provocação intrigante: “Eu tenho uma experiência pessoal com a homossexualidade que vocês podem não querer ouvir”.

Mas nós quisemos. Foram precisas mais algumas trocas de ideias para arrancarmos a história. Embora ela negue ser homossexual, parece que ela pode ter um filho gay. Ela escreveu que o seu filho foi “violado e arruinado” enquanto criança pelo seu primo. “Quando o meu filho nasceu, era óbvio que havia uma diferença (...) ninguém queria brincar com ele porque ele era uma criança difícil de lidar (...) Quando ele estava quase a fazer oito anos, um membro da família, 16 anos na altura, disse que ele queria ser a sua ama-seca”. De acordo com Kathy, o rapaz mais velho tomou conta do filho dela por vários anos. Durante esse período, o primo abusou sexualmente do mais novo. “O meu filho tinha 12 anos quando me contou o que lhe tinha acontecido (...) A polícia foi envolvida, mas o rapaz de 16 (agora 20) anos negou tudo. Mas no quarto dele encontrou-se, por detrás de uma fotografia na parede, algumas roupas de mulher.

Um médico disse a Kathy que o músculo do esfíncter do filho dela estava “destruído”. Emocionalmente, ela também estava destruída, tendo de lidar com a realidade desconfortável de o filho dela se ter envolvido em actividades homossexuais durante quatro anos com outro rapaz e nunca lhe ter dito nada. “O meu filho foi internado no hospital psiquiátrico durante seis semanas porque o seu comportamento estava fora de controle”, continuou Kathy a relatar. “Lá contaram-nos que, quando este tipo de comportamento sexual acontece com uma criança pequena, isto é o que é normal esperar-se, e que quando ele saísse do hospital ele precisaria de ser vigiado de perto durante anos e nunca poderia ser deixado a sós com crianças pequenas. Isto foi um pesadelo para nós. Quando o meu filho fez 16 anos, tivemos que o internar (...) O meu filho esteve confuso durante muito tempo acerca da sua identidade sexual (...) O meu filho (agora com 22 anos) não é uma pessoa normal hoje em dia. Ele está assustado para a vida toda, e assim também o outro jovem (o primo). O meu filho não é homossexual, mas ele também não tem nenhum relacionamento com mulheres (...) o meu filho ainda está em terapia.”

Kathy disse que ela acredita que a homossexualidade é causada por abusos sexuais sofridos na infância. Ela disse que as vítimas se tornam pecadores que violam outras crianças e destroem famílias. A sua experiência é a única prova de que necessita. “Eu não odeio os homossexuais. Se eles querem experimentar, então que façam as suas experiências com pessoas da sua própria idade, não com crianças pequenas.”

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Edificios Watchtower

A Bíblia segundo a STVBT

Os conselheiros profissionais enfrentam dificuldades quando tentam ajudar TJ com problemas sexuais, porque para elas todos os comportamentos sexuais são determinados pela interpretação da Bíblia. Não há espaço para a compreensão, o perdão, a ciência médica ou pontos de vista alternativos. As TJ colocam a Bíblia à sua frente como um escudo. A Bíblia que utilizam é uma tradução criada pela própria STVBT, que publica sob o nome de Tradução do Novo Mundo.

De acordo com Edmond Gruss, que escreveu Apóstolos da Negação, os representantes da Torre de Vigia afirmaram que, quando a Tradução do Novo Mundo foi lançada nos anos 50, ela tinha sido traduzida e aprovada por especialistas académicos competentes. No prefácio, os tradutores escreveram: “As tradições religiosas, decadentes com a idade, foram tomadas por certas e continuaram sem ser desafiadas e investigadas. Elas foram entretecidas com as traduções para colorir as ideias.”

No seu livro, Gruss contrapôs: “Com esta afirmação arrogante, o comité da Torre de Vigia coloca de lado centenas dos maiores linguistas de todos os tempos e substitui-os com o Comité de Sete (...) um comité composto de desconhecidos que deixam muito a desejar no que se refere a graus ou reconhecimento académicos.” No seu estudo definitivo, Em Busca da Liberdade Cristã, Raymond Franz, um ex-membro do Corpo Governante, aponta a conveniência de se ter uma tradução bíblica criativa. “Quem é realmente o escravo fiel e discreto a quem o seu amo designou sobre os seus domésticos, para dar-lhes o seu alimento no tempo apropriado? Feliz aquele escravo, se o seu amo, ao chegar, o achar fazendo assim! Deveras, eu vos digo: Ele o designará sobre todos os seus bens.” - Mt. 24:45-47, Tradução do Novo Mundo. Nas suas exigências de lealdade e submissão, nenhuma outra porção das Escrituras é tão frequentemente usada pelo Corpo Governante das Testemunhas de Jeová em seu benefício (...) É utilizada principalmente para apoiar o conceito de uma autoridade administrativa centralizada”, escreve Franz. “Não há a menor dúvida que nas mentes das Testemunhas de Jeová (...) o “alimento no tempo apropriado” provido pelo “escravo” é a informação fornecida pela Organização Torre de Vigia, centrada em Brooklyn”, diz Franz.

Seguir ou perecer

As Testemunhas de Jeová prendem os seus membros de tal modo que muitos acham difícil deixar a seita. Alguns escapam intactos. Outros, incapazes de lidar com a dicotomia entre as crenças das TJ e o mundo real, optam pelo suicídio. Em Abril de 1997, o Capitão da Força Aérea, Craig Button, num treino de voo, deixou a formação da sua unidade, voou até ao Colorado, e colidiu o seu avião contra uma montanha. A história foi notícia por todo o país. As pessoas especularam quanto a possíveis razões para o sucedido. Uma reportagem num jornal sugeriu que Button cometeu suicídio por ter um caso amoroso homossexual com outro oficial.

Num artigo na edição do New York Times de 25 de Dezembro daquele ano, James Brooke escreveu: “Os pais do piloto (...) rejeitam furiosamente a conclusão de que ele cometeu suicídio.” Brooke revelou que Button, “educado como o único filho de pais idosos, entrou em ruptura com a fé dos seus pais, Testemunhas de Jeová, durante a adolescência.” “A minha mãe é uma Testemunha de Jeová, ela educou-me a pensar que juntar-me ao exército era errado”, escreveu Button um dia.

A Força Aérea afirma que Button cometeu suicídio por causa de um amor não-correspondido por uma mulher. “Foi um exemplo dramático de um homem que parece ter tudo a seu favor mas não pode ter a mulher que ele ama apaixonadamente”, o relatório oficial concluiu.

Na altura em que a investigação decorreu, porém, a mulher em causa negou que ela e Button tenham alguma vez sido mais do que amigos. Ainda mais condenável é a história de Kelly Blake, uma mulher em Pheonix que despejou gasolina por cima dela e dos seus três filhos e depois incendiou toda a família em Março de 1998. Os repórteres televisivos disseram que a mulher se tinha tornado muito religiosa e que ela estava obcecada com a sua “pecaminosidade” e a dos filhos que tinha tido fora do casamento. A filha dela morreu no local do incêndio . O resto da família foi levado apressadamente para o hospital. A mãe e um dos filhos estavam em estado grave. Um rapaz da vizinhança contou aos repórteres do Arizona Republic que Blake se recusava a deixar os filhos dela frequentarem a escola por “motivos religiosos”. Ele disse que a mulher e a família eram Testemunhas de Jeová, relatou o Republic.

As notícias de primeira página em todo o país sobre abuso, disfunções sexuais, suicídio e homicídio não surpreendem as ex-TJ que falaram à Echo. Na próxima edição, eles vão contar as suas histórias individuais.

* Cada filial das TJ tem as sua própria casa de Betel: Betel de Londres, Betel de Toronto, etc. Neste artigo, salvo quando indicado de outro modo, o termo “Betel” refere-se sempre à casa de Betel em Brooklyn, a sede internacional da Sociedade Torre de Vigia de Bíblias e Tratados.

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Nós “atacamos” as Testemunhas de Jeová? bashTal como seria de esperar, este site não é visto de modo favorável pela religião das Testemunhas de Jeová (TJ). Os seus membros são ensinados a pensar que a homossexualidade é “um pecado”, “uma abominação”, “algo detestável”, e muitas outras e diversas palavras associadas com o mal. Estes ensinamentos baseiam-se em determinados textos bíblicos que, no entender das TJ, condenam a homossexualidade.

Eventos de Orgulho GLBT prideNos anos 1998, 1999 e 2000, uma equipa da rede Uma Ligação Comum marchou na Parada do Orgulho GLBT em São Francisco, na Califórnia, para deleite de aproximadamente um milhão de espectadores que todos os anos assistem ao evento na Market Street. Também aparecemos na emissão televisiva do canal TV-20, de São Francisco, divulgando assim a ULC para centenas de milhar de telespectadores adicionais.

As nossas históriasadeusNestes largos anos decorridos desde a fundação da rede Uma Ligação Comum, aprendemos que cada um dos nossos membros tem uma história única para contar sobre as suas experiências como um membro das Testemunhas de Jeová. Temos publicado as histórias de alguns dos nossos membros, na expectativa de que você encontre a força e a esperança de que precisa, e acima de tudo, a consciência de que não está só.

A Torre de Vigia tenta silenciar-nos... Mas fracassa! censorshipa sexta-feira, dia 24 de Julho de 1998, o acesso ao site do nosso grupo foi bloqueado sem qualquer notificação prévia pela GeoCities, onde este site estava na altura hospedado.

A ULC a fazer-se sentir localmente presenceTodos os anos realizam-se Assembleias de Distrito das Testemunhas de Jeová no Cow Palace na Geneva Avenue, em Daly City (nos arredores de São Francisco). Nos últimos dois anos, nós temos feito sentir a nossa presença durante esses eventos estacionando os nossos veículos do outro lado da rua, em frente ao Cow Palace, com cartazes a fazerem publicidade ao nosso grupo de apoio, preenchidos com números de telefone e o endereço do nosso site na Internet.

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